segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Que confusão...

E viva as matérias bem escritas!


Vivienne Westwood é uma das estilistas mega plus blaster do mundo da moda, adepta do estilo "punk" e punk (podre) de rica começou uma campanha na qual ela pede pra que as pessoas parem de comprar roupa e, ao mesmo tempo, criou blusas para serem vendidas e ajudar ao Haiti. Achei muito estranho, olha só os fatos:

1. Ela é estilista e ganha dinheiro com as suas criações, isto é, ela cria roupas para vender;
2.Ela fez uma campanha para ajudar o Haiti criando Blusas que serão vendidas e a renda será destinada a reconstrução do país destroçado;
3.Então, como ela vai ajudar o Haiti se as pessoas não comprarem as blusas que ela criou?
Sei lá, será que ela tá ficando Gaga ou é inveja dos cabelos da Lady Gaga. hahahahahahaha...


Por último: será essa mais uma matéria mal escrita?


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Abaixo os "paredões de som"!

Está tramitando na Câmara Municipal de Fortaleza um projeto de lei contra os absurdos carros de som que não nos deixam em paz.

Abaixo-assinado:
http://www.guilhermesampaio.com.br/LeiDoParedao/Assinar.aspx

Matéria sobre o assunto:
http://verdesmares.globo.com/v3/canais/noticias.asp?codigo=283574&modulo=182

É mais fácil clicar no link acima do que acordar frequentemente de madrugada, telefonar pro 190, e ainda esperar, atordoado, até a polícia chegar...

Josafá

Jesus gay???

Vejam só que matéria encontrei no "bol notícias"":

Elton John diz que Jesus era um "gay superinteligente"

O cantor britânico Elton John, 62, deu uma entrevista a revista norte-americana "Parade" na qual declarou que Jesus era gay. A entrevista ganhou destaque no tabloide inglês "The Sun".

"Acho que Jesus tinha muita compaixão, era um homem gay superinteligente, que entendeu os problemas da humanidade", disse.

"Jesus queria que nós amássemos e perdoássemos. Não sei o que faz as pessoas serem tão cruéis. Tente ser uma lésbica no Oriente Médio --é melhor estar morto."

Na mesma entrevista, ele comenta como conheceu o companheiro, David Furnish, 47. "Senti atração imediata por David. Ele estava muito bem vestido, era muito tímido. Na noite seguinte, nós jantamos. Depois disso, nos apaixonamos muito rápido."

( http://noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/2010/02/19/elton-john-diz-que-jesus-era-um-gay-superinteligente.jhtm )


Agora, só fiquei sem entender duas coisas:

1 - Porque Jesus era gay;

2 - Se eu cometi pecado ao postar isso aqui (risos).

Josafá

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

"enterrar os mortos e cuidar dos vivos"

Lisboa já foi o Haiti

Blog de José Saramago

Quantos Haitis? No Dia de Todos os Santos de 1755 Lisboa foi Haiti. A terra tremeu quando faltavam poucos minutos para as dez da manhã. As igrejas estavam repletas de fiéis, os sermões e as missas no auge… Depois do primeiro abalo, cuja magnitude os geólogos calculam hoje ter atingido o grau 9 na escala de Richter, as réplicas, também elas de grande potência destrutiva, prolongaram-se pela eternidade de duas horas e meia, deixando 85% das construções da cidade reduzidas a escombros. Segundo testemunhos da época, a altura da vaga do tsunami resultante do sismo foi de vinte metros, causando 600 vítimas mortais entre a multidão que havia sido atraída pelo insólito espectáculo do fundo do rio juncado de destroços dos navios ali afundados ao longo do tempo. Os incêndios durariam cinco dias. Os grandes edifícios, palácios, conventos, recheados de riquezas artísticas, bibliotecas, galerias de pinturas, o teatro da ópera recentemente inaugurado, que, melhor ou pior, haviam aguentado os primeiros embates do terramoto, foram devorados pelo fogo. Dos 275 mil habitantes que Lisboa tinha então, crê-se que morreram 90 mil. Conta-se que à pergunta inevitável “E agora, que fazer?”, o secretário de Estrangeiros Sebastião José de Carvalho e Melo, que mais tarde viria a ser nomeado primeiro-ministro, teria respondido “Enterrar os mortos e cuidar dos vivos”. Estas palavras, que logo entraram na História, foram efectivamente pronunciadas, mas não por ele. Disse-as um oficial superior do exército, desta maneira espoliado do seu haver, como tantas vezes acontece, em favor de alguém mais poderoso.

A enterrar os seus cento e vinte mil ou mais mortos anda agora o Haiti, enquanto a comunidade internacional se esforça por acudir aos vivos, no meio do caos e da desorganização múltipla de um país que mesmo antes do sismo, desde gerações, já se encontrava em estado de catástrofe lenta, de calamidade permanente. Lisboa foi reconstruída, o Haiti também o será. A questão, no que toca ao Haiti, reside em como se há-de reconstruir eficazmente a comunidade do seu povo, reduzido não só à mais extrema das pobrezas como historicamente alheio a um sentimento de consciência nacional que lhe permitisse alcançar por si mesmo, com tempo e com trabalho, um grau razoável de homogeneidade social. De todo o mundo, de distintas proveniências, milhões e milhões de euros e de dólares estão sendo encaminhados para o Haiti. Os abastecimentos começaram a chegar a uma ilha onde tudo faltava, fosse porque se perdeu no terramoto, fosse porque nunca lá existiu. Como por acção de uma divindade particular, os bairros ricos, em comparação com o resto da cidade de Porto Príncipe, foram pouco afectados pelo sismo. Diz-se, e à vista do que aconteceu no Haiti parece certo, que os desígnios de Deus são inescrutáveis. Em Lisboa as orações dos fiéis não puderam impedir que o tecto e e os muros das igrejas lhes caíssem em cima e os esmagassem. No Haiti, nem mesmo a simples gratidão por haverem salvo vidas e bens sem nada terem feito para isso, moveu os corações dos ricos a acudir à desgraça de milhões de homens e mulheres que não podem sequer presumir do nome unificador de compatriotas porque pertencem ao mais ínfimo da escala social, aos não-ser, aos vivos que sempre estiveram mortos porque a vida plena lhes foi negada, escravos que foram de senhores, escravos que são da necessidade. Não há notícia de que um único haitiano rico tenha aberto os cordões ou aliviado as suas contas bancárias para socorrer os sinistrados. O coração do rico é a chave do seu cofre-forte.

Haverá outros terramotos, outras inundações, outras catástrofes dessas a que chamamos naturais. Temos aí o aquecimento global com as suas secas e as suas inundações, as emissões de CO2 que só forçados pela opinião pública os governos se resignarão a reduzir, e talvez tenhamos já no horizonte algo em que parece ninguém querer pensar, a possibilidade de uma coincidência dos fenómenos causados pelo aquecimento com a aproximação de uma nova era glacial que cobriria de gelo metade da Europa e agora estaria dando os primeiros e ainda benignos sinais. Não será para amanhã, podemos viver e morrer tranquilos. Mas, di-lo quem sabe, as sete eras glaciais por que o planeta passou até hoje não foram as únicas, outras haverá. Entretanto, olhemos para este Haiti e para os outros mil Haitis que existem no mundo, não só para aqueles que praticamente estão sentados em cima de instáveis falhas tectónicas para as quais não se vê solução possível, mas também para os que vivem no fio da navalha da fome, da falta de assistência sanitária, da ausência de uma instrução pública satisfatória, onde os factores propícios ao desenvolvimento são praticamente nulos e os conflitos armados, as guerras entre etnias separadas por diferenças religiosas ou por rancores históricos cuja origem acabou por se perder da memória em muitos casos, mas que os interesses de agora se obstinam em alimentar. O antigo colonialismo não desapareceu, multiplicou-se numa diversidade de versões locais, e não são poucos os casos em que os seus herdeiros imediatos foram as próprias elites locais, antigos guerrilheiros transformados em novos exploradores do seu povo, a mesma cobiça, a crueldade de sempre. Esses são os Haitis que há que salvar. Há quem diga que a crise económica veio corrigir o rumo suicida da humanidade. Não estou muito certo disso, mas ao menos que a lição do Haiti possa aproveitar-nos a todos. Os mortos de Porto Príncipe foram fazer companhia aos mortos de Lisboa. Já não podemos fazer nada por eles. Agora, como sempre, a nossa obrigação é cuidar dos vivos

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

mesmo no calor o carioca não perde o rebolado.


Gente esse ano conheci o Rio de Janeiro, a cidade é realmente maravilhosa, mas teve uma coisa que não me agradou muito lá, o calor.
Aff!!! mesmo sendo do Ceará, a terra da luz, e já tendo conhecido Teresina (que faz 43º na sombra), achei o Rio muito, muito quente, abafado demais, acredito que por conta das serras, sei lá, enfim, mesmo com tanto calor o carioca continua esbanjando alegria e sensualidade...
Ah! Fiz esse comentario no blog em homenagem a reportagem que li no G1.
http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL1478903-5606,00.html

Pra terminar só um conselho de amigo, e até mesmo de inimigo: Se hidratem.
Clarissa Brasil

Nosso Senhor tem cada morador.

Olha a manchete que saiu no site do g1:
"Karaokês filipinos vetam 'My way' de Sinatra após brigas e mortes"
a repostagem toda vocês encontram nesse link:
http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1484484-5602,00-KARAOKES+FILIPINOS+VETAM+MY+WAY+DE+SINATRA+APOS+BRIGAS+E+MORTES.html


E ai galera, por qual música vocês matariam alguém num karaokê?
Vão pensando ai, depois quero uma resposta.
Ah! Eu já tenho a minha, mas não vou falar, vai que o compositor fica com raiva de mim e decide me matar. Nam Gerald! (jargão do filme Ai que vida!) hahahahaha...

Clarissa

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Para refletir...

Uma frase que eu escutei de um catador de lixo comentando o infortúnio de um mendigo que dormia no chão imundo de uma rua no centro da cidade de Fortaleza:
"Essa é a vida real de quem não tem real"
Nunca esqueci, já faz um tempo que ouvi essa frase e até hoje penso sobre o assunto.
Fica ai para sua reflexão.
Clarissa Brasil

domingo, 7 de fevereiro de 2010

xii...

Há dias digo ao Josafá: "tenho um texto pra postar". ih! rimou. hahahahaha... pois bem, o texto ficou em casa, um dia ainda posto. :)
Mas... nas minhas andanças pela internet achei blogs interessantes que gostaria de compartilhar com vocês:

- http://www.greenblog.org.br/ é do greenpeace e fala de diversos assuntos ambientais.
- http://www.alana.org.br/CriancaConsumo/Home.aspx fala do consumo de crianças e a influência da mídia, muito bom também.
Ah! sabia que está rolando o Fórum social Mundial: http://fsm10.org.
Pois bem, essas são as dicas.

Abraços
Clarissa Brasil


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Papa a favor de discriminação...

Sem comentários...
Não satisfeito com o currículo recreado de atrocidades, a Igreja Católica, desta feita, por intermédio do Sumo Pontífice, demonstra ser a mesma de sempre, apenas adaptando-se ao tempo e às circunstâncias.
Vejamos a matéria que passo a transcrever, retirada do site UOL (http://gonline.uol.com.br):

Para Bento 16, projeto de lei britânico que condena discriminação é "injusto" com a igreja
O papa Bento 16 voltou a se posicionar contra a comunidade LGBT. Desta vez, criticou um projeto de lei britânico que pode tornar ilegal a discriminação a homossexuais.

Na última segunda-feira, 1º de fevereiro, o pontífice recebeu no Vaticano alguns bispos da Inglaterra e do País de Gales. Durante o encontro, afirmou que “o efeito de algumas leis criadas para atingir o compromisso com a igualdade de oportunidades tem sido impor limites injustos à liberdade das comunidades religiosas para agir de acordo com suas crenças".

A crítica se referia à Equality Bill, projeto de lei que pretende introduzir juridicamente direitos de igualdade a gays e lésbicas e condenar a discriminação em questões trabalhistas.

Organizações de defesa dos direitos LGBT anunciaram que realizarão protestos durante a visita do Papa à Grã-Bretanha, que deve ocorrer no segundo semestre deste ano. O ativista britânico Peter Tatchell afirmou que “as críticas do papa de que a legislação britânica de igualdade viola a lei natural são um ataque codificado aos direitos legais garantidos a mulheres e a pessoas gays".


Josafá